A Justiça dos Estados Unidos ordenou que plataformas como Instagram e TikTok revelem a identidade das pessoas que vazaram músicas, fotos e vídeos inéditos de Ariana Grande.
A cantora processou hackers em julho e, segundo a imprensa, alegou que um grupo atacou contas digitais de integrantes de sua equipe — como fotógrafos e produtores — e publicou o material em redes sociais.
Pedido judicial em Los Angeles mira redes e serviços de pagamento
De acordo com a revista Billboard e com a reportagem, o pedido foi apresentado à Justiça de Los Angeles para intimar redes sociais e também serviços de pagamento a entregarem dados que possam identificar os responsáveis.
A artista indicou que o conteúdo foi publicado em plataformas como Instagram, TikTok, YouTube, X e Discord, e que pagamentos relacionados à divulgação teriam sido facilitados por serviços como PayPal e Cash App.
O que a ação busca descobrir
Segundo a peça citada pela imprensa, a iniciativa judicial tem como objetivo rastrear quem teria roubado e publicado canções, fotos e vídeos inéditos, reunindo informações nas redes e nos sistemas de transação apontados.
A decisão desta etapa do processo obriga as empresas envolvidas a fornecer os dados solicitados pela Justiça, potencialmente apontando nomes e registros ligados às publicações e aos pagamentos.
Comentário da equipe JC Agora
A movimentação mostra que vazamentos de material inédito viraram também disputa jurídica envolvendo plataformas e meios de pagamento; é um recado sobre a vulnerabilidade das contas de equipes e do controle sobre o próprio conteúdo.
Fonte consultada: G1 Pop & Arte
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