A Katalyst Space aplicou uma atualização de software que restabeleceu o controle de atitude da nave LINK, preparando-a para continuar a aproximação do observatório Neil Gehrels Swift com o objetivo de elevá‑lo a uma órbita mais alta.
O passo é decisivo porque a manobra depende da estabilidade da nave‑reboque; a equipe vai avaliar o desempenho do veículo a cada fase enquanto executa uma série de queimas e manobras para alinhar a órbita de LINK com a do Swift.
Atualização que recuperou o controle
A atualização de software incluiu novos algoritmos de controle de atitude, projetados para manter a estabilidade de LINK usando os atuadores remanescentes da espaçonave. Com isso, a equipe conseguiu reestabelecer a capacidade de orientar o veículo durante a aproximação.
Sequência de manobras e avaliação
Após a correção, a Katalyst seguirá conduzindo uma série de queimas e ajustes orbitais nos próximos dias para posicionar LINK para a captura e o subsequente impulso de elevação do Swift. A equipe permanecerá avaliando o comportamento da nave em cada etapa antes de avançar.
Por que a altitude do Swift importa
O Swift está atualmente a cerca de 216 milhas (347 quilômetros) de altitude. Segundo a equipe, uma manobra de elevação se torna mais difícil se o observatório cair abaixo de uma altitude média de cerca de 185 milhas (300 quilômetros), por isso o controle preciso e a coordenação das manobras são críticos.
Enquanto isso, a equipe do Swift adotou uma nova abordagem operacional que já reduziu o arrasto e desacelerou a decadência orbital do observatório. Katalyst e o blog do Swift devem publicar atualizações conforme a operação avança.
Fonte consultada: NASA Science
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