Phoebe Bridgers apareceu no Jennifer Chalsty Planetarium, do Liberty Science Center, na véspera do lançamento de Lost Weekend: ela falou com o público e apresentou três faixas dentro do domo.
O evento de Bridgers foi parte de uma iniciativa maior: de 10 a 14 de agosto, fãs em 44 planetários ao redor do mundo ouviram o álbum acompanhados por duas opções de show visual — um com fotografias originais do fotógrafo da National Geographic Babak Tafreshi e outro em formato laser.
Uma sala íntima e tecnologia de cinema
O planetário de Jersey City é descrito pela equipe como o maior e mais avançado das Américas, com uma tela de mais de 90 pés de diâmetro e capacidade para cerca de 400 pessoas. Os projetores chegam a renderizar 88 milhões de pixels em 8K, uma resolução pensada para transformar música em experiência imersiva.
O show de Bridgers: imagens, luzes e atmosfera
No preparo da noite, a produção investiu na ambientação: luzes em tom que a equipe apelidou de “sad girl blue”, máquinas de fumaça e as fotografias astronômicas que compuseram o domo. A sessão com as imagens de Tafreshi foi montada para casar com a sensação mais lenta e meditativa do álbum.
Reação do público e o papel dos planetários
Quem foi à sessão relatou impacto forte ao entrar no domo — um fã resumiu: “How are we gonna go back to life now after experiencing that?”
Os responsáveis do Liberty Science Center, Paul Hoffman e o educador Andrew Bundas, explicaram que o local vinha trabalhando com músicos antes — citando Lil Yachty e bandas de cover — e que o espaço funciona tanto para animações rápidas quanto para visuais mais contemplativos, dependendo do projeto.
Para artistas interessados, a recomendação foi simples: procurar o planetário local, assistir a sessões regulares para entender a dinâmica do domo e, se necessário, contar com animadores familiarizados com esse formato para criar conteúdo específico. A montagem de projeções originais pode levar meses, especialmente quando depende de astrofotografia e condições climáticas.
Ao final, a experiência em Jersey City foi descrita pela equipe como um encontro íntimo entre música e imagem, pensado para envolver fãs hardcore em um formato diferente de lançamento.
Comentário da equipe JC Agora
A ação mostra artistas recortando novos territórios para lançamentos: planetários oferecem uma tela gigante e intimidade ao mesmo tempo, transformando álbuns em experiências coletivas e visuais de alta resolução que mudam a relação fã‑música.
Fonte consultada: Billboard
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