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Mumford & Sons no Rock in Rio: som mais visceral, mas sem abandonar os hits

No Palco Sunset do Rock in Rio, Mumford & Sons embalou a noite de 12/09/2026 com músicas dos álbuns recentes e os clássicos que marcaram a fase folk da banda.

Mumford & Sons no Rock in Rio: som mais visceral, mas sem abandonar os hits
Foto: Department of Commerce. Bureau of the Census. Office of the Associate Director for Decennial Census. Geography Division. (1/1987 - 7/15/2011) · Public domain · Wikimedia Commons
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Mumford & Sons subiu ao Palco Sunset do Rock in Rio pouco antes das 23h do sábado, 12/09/2026, e entregou um set que misturou canções novas com os hits que tornaram a banda conhecida.

Foi um reencontro que equilibrou a memória do auge de 2016 com a fase atual, marcada por álbuns lançados depois do hiato: Rushmere (2025) e Prizefighter (2026).

Novas camadas e escolhas do repertório

As músicas recentes — como “Rubber band man”, “Prizefighter” e a canção “Here”, destacada pela sonoridade que remete a Cat Stevens — soaram mais complexas e com camadas que diferem do indie folk da primeira fase.

Apesar da aposta em um som mais trabalhado e visceral, a banda não deixou os fãs na mão: clássicos como “Little Lion Man” e a despedida com “I Will Wait” fizeram parte do setlist e tiveram reação calorosa do público.

Show no Rio: reação e contexto

O público do Palco Sunset foi descrito como modesto para um headliner, mas longe de um fiasco; fãs que enfrentaram chuva — alguns com capas — aprovaram tanto as novidades quanto as canções antigas.

O jornalista recorda a vinda anterior da banda ao Brasil, no Lollapalooza 2016, quando o grupo embalou uma multidão e viveu uma das noites mais marcantes da carreira, segundo Marcus Mumford. Hoje, a banda parece aceitar o novo lugar no circuito de festivais e encara a admiração das gerações mais jovens com naturalidade.

Marcus também mencionou ao g1 que o hiato anterior abriu caminho para uma fase mais produtiva, com novas preferências pelas canções recentes — um movimento que se refletiu no show do Rio.

O resultado no palco foi um acerto de contas: uma banda em transição, buscando um som mais visceral sem renegar as raízes que conquistaram o público no início da década passada.

Comentário da equipe JC Agora

O show ilustra como bandas que explodiram no início dos anos 2010 lidam com a nostalgia e com expectativas atuais: hiatos podem renovar a criatividade, e festivais viram palcos para equilibrar tradição e experimentação.

Fontes consultadas

  • G1 Pop & Arte

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